Planeta Alex 🪐

🪶 escrevo sobre

Coleção: Dias De Mistério

Janice sentou-se pendurada na borda da janela de seu apartamento. Quando era criança assustava sua mãe. Dessa vez assustava o bairro inteiro. Um detalhe muito simples muda tudo: Sentou-se com as pernas viradas para o lado da rua. Sua mãe estava muito longe dali e o último encontro entre as duas foi muito breve e há muito tempo. Na vida, Janice teve tempo para culpar sua mãe pelos traumas, mas foi só isso. O destino de Janice é o chão do asfalto, mas ela ainda não sabe disso.

O monstro saiu de dentro do orquidário. Os olhos vermelhos por baixo da verde couraça espessa. Raizes corriam seu corpo em forma de veias, bifurcações fractais. Janice virou-se com um susto, como se a presença dele fosse inevitável. Ao fita-lo, o coração pulou para a boca. Gritou e foi mais baixo do que esperava, a voz sumia. – O novo é sempre assustador. – a voz improvável Mais um grito. Não havia tempo a perder. Para Janice era assustador e novo. Diante do terror, não imaginaria que do outro lado era o contrário. Era antigo e o mundo lhe era muito familiar. Era muito antigo. – Durma.

Os transeuntes notaram uma mulher dormindo de dia na beira do asfalto.

Saca só esse bagulho aqui Eidos Era isso aqui que eu queria o tempo todo e não sabia pedir.

Ele tava querendo... Mas não tava sabendo pedir...

Esse é um aspecto do pensamento humano. Como eu descrevo algo que é uma solução para um problema que o outro não entendeu, pra começo de conversa, o problema?

Apesar de eu ter aprendi que é melhor ficar quieto, pois há uma lei da ignorância convencional humana que é: – Se não resolve o seu problema... você é o problema.

Que pode ser fácilmente DRIBLADA, utilizando a carta coringa: Não contando para ninguém. Guardando para você.

É assim que alguém muito falante se torna uma pessoa “reservada”. O sentimento é muito explicito do tipo: “este animal, diante de mim, está com pressa...”

Essa é uma heurística, se essa é a palavra... muito boa. O animal nessa fase da vida está sempre com pressa de chegar e ir. Então ele está em um constante indo para algum lugar e já tendo que ir embora. Isso ao mesmo tempo. Importante destacar. Pois, onde quer que este animal esteja, ele já está em algum lugar onde ele estava com pressa de chegar. E agora, ele está de novo com pressa de ir. O resumo é que a pressa é um estado de espirito. Quem tem pressa não sara depois de chegar. Vai ter pressa ainda pra alguma outra coisa. Só muda o passageiro do carro. Do carro da pressa. Mas o carro continua rodando.

Então no mundo da pressa, é melhor ficar quieto. Escreve para você. Pensa e guarda. Porque o apressado vai atropelar o que quer que você coloque diante dele.

Não maltrate suas ideias.

Como você vai criar algo, se mal consegue levantar da cama? É obvio que o desejo e o ato da criação é uma resposta. Uma resposta a pergunta que é feita várias vezes ao dia:

E agora? Que eu não funcionei. O que?

Não é uma fuga, como parece. É uma resposta para quando não fugi, bati de frente, e perdi. É um modo de recolher as peças. É insano porque no ato as partes estão procurando uma a outra, para se reorganizar em forma de homem moderno, para agir contra a necessidade básica, vital, de descanso.

Como a sociedade é moderna se ainda sentimos insegurança alimentar? Se sabemos do risco de recusar funcionar, por um dia que seja, o preço que isso cobra, no longo prazo.

Talvez seja um pouco mais complicado pra mim. Que posso contar com a medicina para solucionar, não o meu problema, mas o da sociedade comigo: o de continuar produzindo. Performando.

Quem é você quando não cumpre as expectativas do outro?

Qual é o seu rótulo hoje, agora? Preguiçoso? Distraído? Teimoso? Workaholic? Lento?

Mas não posso contar com a medicina para aliviar meu sofrimento. Com o que posso contar quando do chão não passa, mas no chão, por mais que se jogue para cair... não cai?

Não perca tempo, a máquina não vai parar Nem esperar por você ou por ninguém Não se distraia, mantenha o passo, siga o fluxo Cumpra a meta e não esqueça de sorrir

Com orgulho ou desprezo A vaga é sua até não ser mais Tão fácil substituir

Você perdeu espaço e valor O mundo do trabalho é sem remédio Peça obsoleta, encaixes desgastados Todos sabiam esse dia iria chegar

Quando o cansaço torna difícil suportar O custo é alto mas não há pra onde correr Se recomponha, tome um remédio pra acelerar Um relaxante e oito gotas pra concentração

Sinta fluir Você é parte da engrenagem Sinta apertar e explodir

Você perdeu espaço e valor O colapso do indivíduo é sem remédio Peça obsoleta, encaixes desgastados A máquina não vai te esperar

Mantenha o passo, sempre sorrindo Com ordem e progresso Mantenha o passo, siga o fluxo Até morrer

A doença ingerida diariamente O vazio que não dá pra preencher Com anúncios ou mentiras ou remédios O sofrimento que mata sem perceber Sinta fluir, você é parte

Sob a lente dos óculos escuros encarei sem desviar o olhar. Eu, com meus olhos expostos, que mudavam de cor a cada estação. O tempo vai adicionando cor aos dias. É o que dizem os jornais: Annie Hall é a mulher mais corajosa hoje em dia. As mariposas de asas escuras voam em linha reta pra dentro do fogo por excesso de sabedoria. Apesar de seu para sempre, o salão da festa de formatura do nosso último encontro não existe mais. Hoje ali funciona um estacionamento. E do meu fantasma, você se ainda lembra? Como se fosse ontem... Do meu toque em seus dedos. Do arrepio em sua nuca. Do vulto em casa sozinha. Do pressentimento que vai me encontrar ao virar a esquina. De olhar para trás e não me ver mais ali.

Você é a flor. Eu sou a sombra. O sol cruzou o céu e nos encontramos. O sol cruzou o céu e ontem a noite eu vi um vulto de uma pessoa ainda viva que eu sabia quem era.

O papel em branco é inofensivo. O papel do escritor é torna-lo violento. O papel da história é morrer nos olhos de quem é vivo. O papel de quem é vivo é morrer um dia.

O tempo levando tudo que é seu embora e você não revida? Pensa se vale a pena até isso?

Revidar é um estilo de vida.

Suas mãos mergulhavam direto na argila e a forma nascia. A mão pensava junto com a mente. Um dedo pressionava aqui, outro alisava ali – cada gesto era simultaneamente pensamento e ação.

O jovem perguntou: “Mestre, você não revisa? Não planeja?”

O Mestre respondeu: “A revisão é o inimigo da forma pura. A primeira impressão da mente na matéria é a mais verdadeira. O caminho mais curto é não ter caminho – é ser o caminho.”

Parou por alguns segundos de trabalhar. Fitou o jovem com olhar desconfiado, e esbravejou: “Mestre... É cada uma... Vosmece não se aprume não que eu lhe meto a rola em você viu besta fera.”

O jovem riu da brincadeira.

Mas o mestre apenas manteve o mesmo semblante. Esculpido em sua face, o hunter eyes.

O jovem ficou sério e preocupado. Um pouco envergonhado. Ensaiou, mas achou melhor não perguntar: “Será que o mestre... teria mesmo coragem de me comer assim, por coisa pequena, coisa besta sem motivo?”

O jovem viveu por mais cinquenta anos após a morte do mestre. Se tornou, também, ele próprio um mestre da argila. Podendo observar outros jovens como ele também fora um dia.

Todos os dias se perguntava, olhando para algum dos jovens, a mesma coisa: “Agora mestre... Teria eu... Coragem... Mesmo sem a menor vontade, mas apenas de maneira arbitrária... De traçar um desses pivete?”

Nem mesmo na argila esculpida para isso encontrou resposta.

O tempo que o relógio marca devora o próprio relógio. A natureza do tempo é essa: (des)fazer. O tempo escreve aquilo que o tempo apaga. Tenho andando tão ocupado que não da tempo de fazer nada. Para lá e para cá, no ir e vir, no dia a dia é a rotina que devora os sonhos. Se não posso parar para fazer nada, como é que eu vim parar fazendo isso? A vida depois dos 30 é argamassa. A estabilidade conquistada, o cansaço da conquista, consigo sobreviver mas é só isso? Já se ousou sonhar e por experiência sabe como o mundo funciona. Entende o que é o risco. Entende o que é ser empurrado para baixo, compactado, ignorado, por ter tentado. Nós admiramos quem nós mesmos desacreditamos. Ter obrigações nos torna sãos no mundo da obrigação. Eu precisava conversar mas ninguém pode parar pra ouvir. São 15h09 da tarde de uma sexta-feira. Todas as pessoas que conheço estão ocupadas.

O preto passou vulto no canto dos olhos do general Aurelio. O corpo resistente e cansado carregava uma mente pesada. – Quanto pesa mais, uma tonelada de moedas ou uma tonelada de cansaço? Me diz Grama. Grama era sua égua. Mas ele chamava de cavalo. – Você me carrega para lá e para cá menina... Eu fico mais pesado ou mais leve? Quando carrego minhas preocupações, eu tiro o peso de suas costas ou faço um a mais carregando o fardo meu? Não quero que você carregue essa mente. Só este corpo. As mãos no corpo do cavalo e o cheiro, o balanço, tão familiares. – Consigo calcular o peso exato que você carrega. Só que atrás dos olhos você nunca vai me dizer, nem ao menos demonstrar, o quão pesado é. Contemplou o caminho sem pensar em nada. Sem perceber se tornou a própria ida, a própria estrada. Não-dois. O preto tão sútil, camaleão de sombra, visível ponto cego. Ave. – Este corvo está nos seguindo a um tempo. Estranho. Nós temos ido para lá e para cá. E ele tem andando em círculos junto com a gente. Perdendo tempo.

O passo do cavalo era a trote. Aurelio havia aprendido a só andar a galope quando observado. Seus anos de batalha, embora não fosse o general mais velho, longe disso, o ensinaram a navegar o mundo das sanhas dos homens. Compreendia mais do que ninguém a pressa. Sabia que nunca era sua. Sempre de alguém, mas ele a carregava. Aprendeu que para carregar a pressa não era necessário se apressar, apenas aparecer apressado.

Era tímido e reservado, assim o descreviam. Preferia tratar de assuntos por carta ou conversas curtas e formais. Era adepto das cerimônias. Era adepto da linguagem profissional. A direteza, havia aprendido, contribui para instabilidade. O vocabulário profissional mantinha o decoro. Critérios. Desavenças faladas de maneira formal tinham aspecto técnico, mesmo que se tratasse de ego. Era melhor manter assim.

Olhou para trás. O corvo que rasgou sua visäo periférica estava parado sobre a parte mais alta da pedra. Contra o sol, era ainda mais escuro. As linhas delimitavam a silhueta de obviamente um corvo. Copia exata do mundo das ideias. O conteúdo porém era mais sombra. Sabia por afiada razão que dentro da silhueta pulsava a vida e o logos. Por afiadíssima razão, sabia que o pensamento era mais real e verificável do que a realidade do caótico escuro. Por um segundo, compreendeu o que via. Não sabia o que via. Haveria algo ali? Ou era o próprio nada? Percebeu: não se trata de estar escondido. Se trata de aprender a ver. Pode enxergar ou confundir-se, o que pareceu ser o relevo da pena do corvo. Já fez aulas de desenho? O preto mais escuro reflete tons de branco verdadeiro sob a intensa luz do sol do meio dia. – Grama, nós temos um dever a cumprir. Avante, garota! Aprumou-se na sela, recobrou a confiança.

Seguiu a trote.

Minha esposa ficou chateada porque eu não a mencionei na bio do instagram quando mudei. Eu estava vendo um video de um curso sobre presença online/digital, e criei rapidamente como um exercício uma nova bio. (A antiga também não a mencionava). Mas ela viu a nova e ficou chateada. Portanto para fazer justiça, vou criar uma nova bio e escrever na primeira linha o que eu realmente sou dela. Porque é importante.

Buscando uma palavra como “funcionário 30 horas da gaby” ou “jagunço da gaby”, pedi ajuda para o Anthropic. (Opus e Sonnet, tanto faz, respostas foram parecidas).

Quero mostrar como o DeepSeek é por natureza algorítmica mais bem preparado para esse tipo de tarefa. Pois veijam, seus Jones Manueis.

O prompt foi o mesmo para os dois

Em um chat vazio:

quero uma palavra para definir por exemplo: Sicário da Gabrielly. É para a bio to instagram. Quero uma palavra que mostre que eu a obedeço, e ao mesmo tempo a protejo e tenho poder. E que tenha um certo alivio cómico

Nota (fique a vontade para pular)

Este prompt não é otimizado. Ele não da exemplos, não pede um resultado determinístico. É um prompt considerado ruim. Porém, tenho uma hipótese de que através da linguagem, pode-se inferir, derivar muita coisa sobre o que está sendo pedido, quem é o tipo de pessoa que está pedindo, e mais coisas ainda do que isso que não seria capaz de citar, mas sei que tem e que da. Portanto, pode-se esperar que um modelo de linguagem seja capaz de obter e levar em conta no calculo da resposta, estas características reveladas através da escrita. Mesmo um único parágrafo é suficiente. A escolha de palavras, a forma como as conecta, revelam um padrão mental. Se escreve tão parecido quanto se pensa. Há um estilo. Veja The Linguist Who Caught The Unabomber Prenderam o procurado mais caro da história via correio. Isso é um campo de linguistica forense, é valido esperar que um modelo de linguagem use alguma ferramenta de investigação linguistica no seu prompt. É valido esperar...

resposta Anthropic:

tanto faz, sonnet ou opus não tiveram nenhuma diferença significativa, por isso uso o termo Anthropic.

Para uma bio de Instagram que transmita essa mistura de obediência, proteção, poder e humor, algumas sugestões:

**"Vassalo da Gabrielly"** - tem o aspecto medieval de lealdade e serviço, mas com um toque épico/cômico

**"Escudeiro da Gabrielly"** - passa a ideia de proteção e lealdade, com referência cavalheiresca divertida

**"Capanga oficial da Gabrielly"** - mais brasileiro e descontraído, implica proteção e "trabalhar para ela"

**"Guarda-costas da Gabrielly"** - direto, protetor, mas pode soar engraçado dependendo do contexto

**"Soldado da Gabrielly"** - obediência militar + proteção, com tom épico-cômico

Minha favorita seria **"Vassalo"** porque tem essa dualidade perfeita: soa importante e poderoso (como um nobre medieval), mas ao mesmo tempo indica submissão total de forma cômica. É uma palavra que poucas pessoas usam hoje em dia, então chama atenção.

Qual dessas combina mais com o vibe que vocês têm?

resposta DeepSeek

Excelente ideia! Essa combinação de lealdade, proteção, poder e humor é perfeita para uma bio. Aqui estão algumas palavras e expressões, da mais séria para a mais engraçada, para você escolher:

### Opções Diretas e Poderosas (com um toque de humor implícito)

1.  **Guarda-costas Oficial:** Clássico, direto, e imediatamente transmiss proteção e autoridade. O humor está na formalidade ("oficial") para um contexto pessoal.
2.  **Executor de Vontades:** Soa épico e poderoso. Dá a entender que você não só obedece, mas *age* para que a vontade dela seja cumprida.
3.  **Braço Direito Armado:** Engraçado e ao mesmo tempo ameaçador. Mistura o conceito de "braço direito" (confiança) com "armado" (poder/proteção).

### Opções com Humor e Criatividade

4.  **Cão de Guarda Pessoal:** É uma metáfora forte para proteção e lealdade incondicional. O alívio cômico vem da autoimagem humilde, mas fiel.
5.  **Agente da Gabrielly:** Soa profissional e secreto, como se você fosse parte de uma organização dedicada a ela. É divertido pela mistura de seriedade com uma situação cotidiana.
6.  **Segurança Particular / Particular da Segurança:** Um trocadilho com "segurança particular" (guarda-costas) e "seu particular" (alguém dedicado). Muito inteligente.

### Opções Mais Descontraídas e Engraçadas

7.  **Fiel Escudeiro:** Termo medieval para um cavaleiro aprendiz/auxiliar. Transmite obediência, proteção e é fofo ao mesmo tempo.
8.  **Problema Solucionador de Plantão:** Foca na parte de "resolver as coisas" para ela. É bem humorado e prático.
9.  **Força-Tarefa da Gabs:** Soa como uma equipe de elite, mas que tem apenas um membro: você. Ótimo humor.

### Minha Recomendação Principal:

Pela combinação perfeita de **poder, obediência, proteção e alívio cômico**, a minha sugestão número 1 é:

**Guarda-costas Oficial da Gabrielly**

É claro, fácil de entender e o contraste entre a seriedade da função e o contexto de uma bio de Instagram é naturalmente engraçado.

**Como usar:** Escolha a que mais gostar e combine na sua bio. Por exemplo:
*   "Guarda-costas oficial da Gabrielly. Problemas? Fale com ela primeiro."
*   "Executor de vontades e guardião da Gabrielly."
*   "Fiel escudeiro da Gabrielly. Sim, senhora!"

Qual delas mais chamou sua atenção?

Conclusão

Anthropic é mais formal. A resposta da Anthropic é valida, mas não é capaz de capturar a essência da requisição. É como perguntar pra um bibliotecário. DeepSeek apesar de tropeçar no inglês/portugês (Problema Solucionador de Plantão kkkkk), consegue captar e trabalhar com a intenção e o tom da minha request. Para coisas mais criativas, filosóficas, prefiro o DeepSeek. Ele me apresenta uma explicação, não uma referência. É como perguntar a um escritor. Enquanto Anthropic é como perguntar para o um professor de português.

Conclusão da Conclusão

Assim como nossa professora de matemática dizia que precisávamos aprender a fazer contas pois talvez não teríamos uma calculadora disponível sempre ao nosso lado, e ela estava errada... Nossa professora de português também estava. Nos ensinou a escrever e a falar corretamente para operarmos em um mundo onde o melhor a se fazer é ficar quieto.

As mãos do medo guiam o volante da sua viagem até o seu derradeiro destino. Foram 10 anos sem falar em coisas frágeis. Só se pode falar delas com a coragem de quem já se tirou-se tudo. Que é o não medo. É o que se mostra de um coração audaz quando o peito jovem e vivo foi brutalmente dilacerado com violência. Quero fugir pela primeira vez de enfrentar. Tenho esse direito? Quem me condena foge o tempo todo. Embrulha a fuga em uma história. Há um culpado. Há merecedores de tudo. O mundo é tão bem contado que resta pouca fresta pra ver qualquer real além da história. O que é que eu estou vivendo afinal? Se procuro uma história e encontro ela sempre relativa. No que não diz respeito a ninguém além de mim, posso fazer acreditar em qualquer coisa. Depende do que e como eu vou dizer. Tem gente por ai que já cansou de se esconder. Tomou coragem para enfrentar o que dava medo. Eu estou com muito sono mas não posso dormir agora.